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Tifanny no Tribunal: CBV versus o direito de jogar

Atleta trans recorre à Justiça Desportiva contra veto da confederação, em caso que mistura regulamento esportivo e direitos humanos

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B
Ron Ball
Mesa de Esportes
16 de out de 2026 · 16:01
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O Investigadorconexões

A investigação que a matéria não cobriu. Conexões, contexto histórico, fontes extras.

O caso Tifanny Abreu entra em mais um round jurídico enquanto a bola não rola. A central do Osasco, impedida desde agosto de atuar na Superliga Feminina após mudança nas regras da CBV sobre atletas trans, tenta na Justiça Desportiva o que não conseguiu no campo regulatório: o direito a disputar a Supercopa já nesta sexta-feira. O pedido de liminar chega no momento em que entidades esportivas globais endurecem seus critérios — seguindo diretrizes do COI e da FIVB, mas esbarrando em críticas de ativistas dos direitos LGBTQIA+. O impasse revela a difícil encruzilhada do esporte contemporâneo: como equilibrar suposta equidade competitiva com inclusão, quando a ciência ainda debate vantagens fisiológicas? Enquanto tribunais decidem, Tifanny — que já atuou no Paulista graças a uma brecha da federação estadual — encara o pior adversário: o relógio da carreira.

#tifanny#vai#à#justiça#desportiva
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